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Robô Pupilla e os artigos da semana #24: Estudo francês avaliou o uso de adoçantes artificiais e risco de doenças cardiovasculares

Octávio Augusto Bedin Peracchi

Octávio Augusto Bedin Peracchi

13/09/2022

Atualizado em13/09/2022

2 min
Robô Pupilla e os artigos da semana #24: Estudo francês avaliou o uso de adoçantes artificiais e risco de doenças cardiovasculares

A busca por publicações científicas usadas na produção do conteúdo da Pupilla conta com o apoio da Inteligência Artificial. A partir de algoritmos definidos pelos médicos Key Opinion Leaders da plataforma, o robô Pupilla rastreia artigos em importantes periódicos de saúde, como The New England Journal of Medicine, The British Medical Journal, JAMA, The Journal of Clinical Investigation, entre outros. Esta coluna traz dois artigos bastante relevantes, sugeridos pela nossa equipe médica, dentre aqueles buscados pelo nosso robô.


Estudo francês avaliou o uso de adoçantes artificiais e risco de doenças cardiovasculares

Por: Debras C, Chazelas E, Sellem L, Porcher R, Druesne-Pecollo N, Esseddik Y et al. Artificial sweeteners and risk of cardiovascular diseases: results from the prospective NutriNet-Santé cohort BMJ 2022; 378 :e071204.

Identificador: https://doi.org/10.1136/bmj-2022-071204 


O uso de adoçantes artificiais surgiram como uma alternativa ao uso de açúcar, tanto como forma de reproduzir o sabor doce quanto para reduzir a quantidade de calorias nos alimentos e nas bebidas industrializados. Além disso, seu uso também é muito comum como um substituto ao açúcar de mesa. Nessa perspectiva, diversas autoridades regulatórias publicaram, ao longo dos anos, recomendações quanto à quantidade máxima diária segura a se ingerir desses compostos. Entretanto, o assunto ainda é controverso: tanto em relação à quantidade quanto aos possíveis danos que o uso indiscriminado pode causar ao organismo. Desse modo, neste estudo francês, fez-se uma avaliação prospectiva de mais de 100 mil pessoas quanto ao consumo diário de adoçante e o risco de doença cardiovascular. Os autores sugerem uma potencial associação direta entre o maior consumo de adoçantes artificiais (especialmente aspartame, acessulfame de potássio e sucralose) e o aumento do risco de doença cardiovascular, colocando-os como um fator de risco modificável neste contexto.



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ATUALIZAÇÃO MÉDICA
RECOMENDAÇÃO
ENSINO MÉDICO CONTINUADO
DOENÇA CARDIOVASCULAR
Octávio Augusto Bedin Peracchi

Octávio Augusto Bedin Peracchi

Reumatologia

CRM: 131954-SP

Médico formado pela Universidade Federal do Paraná. Residência Médica em Pediatria pelo Hospital Pequeno Príncipe (Curitiba/PR). Residência Médica em Reumatologia Pediátrica, Mestrado e Doutorado pela Universidade Federal de São Paulo. Coordenador da Educação Médica e do Núcleo Médico do Marketing e Comunicação do Grupo Fleury.

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